Quem sou eu

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Campinas , São Paulo , Brazil
Tenho mais de setenta anos, mãe de quatro e avó de seis, bisavó de dois e uma saudade eterna. Leonina humor sarcástico e irreverente. Gosto de ler, escrever, pintar, costurar, fotografar, não necessariamente nessa ordem. Gosto de observar e ouvir pessoas, suas histórias de vida que para mim são sempre interessantes e ricas de ensinamentos e só aumentam o meu conhecimento com respeito a viver. Acho bom e interessante olhar a nossa volta. É sobre isso que gosto de escrever.Gosto de cinema, assistir seriados na TV, teatro, viajar,passear,viajar,passear... conhecer lugares e bater papo sem compromisso. Gosto de olhar o mundo com olhos curiosos de quem acabou de chegar e quer se inteirar do que está "rolando".O nome escolhido "Espírito de Escritora" não tem a pretensão de mostrar aqui "grandes escritos" tirados das entranhas da sabedoria mais profunda e filosófica de alguém "letrado" ou sábio. Simplesmente equivale a dizer "escrever com alegria","escrever com espirituosidade".Tudo o que escrevo já está escrito dentro de mim, do meu eu mais profundo, só boto para fora... sei lá... Este é um lugar de desabafo e de reflexões minhas."Os bons que me sigam". (sabedoria do Chapolim Colorado)

sexta-feira, 12 de março de 2010

Simples assim

Interessante essa coisa de fé, né?
Até se brinca desde criança que é só uma questão de fé demais ou fé de menos....hahahaha
Mas o assunto é muito interessante. Ninguém pode obrigar a ninguém  a ter fé; é um sentimento com impressões digitais, único e universal, até quem diz não tê-la, precisa dela para sobreviver.




Pois é, falava por email agora há pouco com a minha primeira filha sobre a fé, o crer ou não crer num ato religioso ou envolto em religiosidade, numa frase simples, mas que a usamos para nos comunicar com o "Pessoal lá de cima". Dizeres simples como; "olha, não esqueça de mim, olha, estou muito precisando da sua ajuda, dá uma forcinha e desenrosca o que está enrolado", e por ai vai...


Na realidade o que eu dizia (e confirmava o seu argumento) era que realmente Deus sabe de nós, de quem somos na realidade e do que precisamos, mas é necessário que nos "comuniquemos" com ELE por uma questão de humildade. Assim como nós, filhos ainda crianças, falamos para nossos pais das nossas necessidades, mesmo que eles saibam, precisamos dizer que precisamos, que queremos aquilo, aquela coisa, se eles acharem que não fizemos por merecer, ou que o que pensamos seja bom para nós, não será, a conversa toma outro rumo, a vida e as coisas se encaminham noutra direção.
Mas é necessário nos expor para Deus. Dizer do que precisamos e o que queremos, principalmente com humildade.
Agora o mais importante é também não esquecer de agradecer sempre, mesmo porque, como diz a frase; "aquilo que algumas vezes nos parece um bem é um mal, asssim como o que nos parece um mal, na maioria das vezes é para o nosso bem."


Simples assim.

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