Aqui você vai encontrar assuntos diversos de acordo com o meu estado de espírito: alegre, triste eventualmente, muito raramente com raiva, porém geralmente com uma pitada de irreverência.
Quem sou eu
- Clotilde ♥ Fascioni
- Campinas , São Paulo , Brazil
- Tenho mais de setenta anos, mãe de quatro e avó de seis, bisavó de dois e uma saudade eterna. Leonina humor sarcástico e irreverente. Gosto de ler, escrever, pintar, costurar, fotografar, não necessariamente nessa ordem. Gosto de observar e ouvir pessoas, suas histórias de vida que para mim são sempre interessantes e ricas de ensinamentos e só aumentam o meu conhecimento com respeito a viver. Acho bom e interessante olhar a nossa volta. É sobre isso que gosto de escrever.Gosto de cinema, assistir seriados na TV, teatro, viajar,passear,viajar,passear... conhecer lugares e bater papo sem compromisso. Gosto de olhar o mundo com olhos curiosos de quem acabou de chegar e quer se inteirar do que está "rolando".O nome escolhido "Espírito de Escritora" não tem a pretensão de mostrar aqui "grandes escritos" tirados das entranhas da sabedoria mais profunda e filosófica de alguém "letrado" ou sábio. Simplesmente equivale a dizer "escrever com alegria","escrever com espirituosidade".Tudo o que escrevo já está escrito dentro de mim, do meu eu mais profundo, só boto para fora... sei lá... Este é um lugar de desabafo e de reflexões minhas."Os bons que me sigam". (sabedoria do Chapolim Colorado)
terça-feira, 25 de maio de 2010
mais um sonho estranho
Um sonho das Profundezas. (1975)
Sonhei certa vez, que andava pela praia e caminhava entre as pedras grandes, onde o mar batia suavemente. Num determinado momento entrei pelo meio delas e indo para as entranhas das pedras, me vi dentro de um prédio subterrâneo, que parecia um hospital.
Eu me esgueirava pelos cantos (como nos filmes), para não ser vista por uns homens de terno preto (seguranças), que ficavam pelo lado de fora, guardando as muitas portas do enorme corredor.
Eu me escondi estrategicamente numa sala e vi quando entrou uma pessoa (parecia uma cientista), vestindo um jaleco branco e logo atrás, uma outra carregando uma bandeja coberta por um pano branco.
A que chegou primeiro, se aproximou até à bandeja que permaneceu nas mãos da segunda mulher, aquela que trouxe, e suspendeu o pano, deixando à mostra uma cabeça humana! Isso mesmo! Brrrrrrriiiiiiiiiiiiiiii, que medo!
De dentro mesmo da bandeja, ela retirou uma seringa de injeção e espetou naquela cabeça. Uiiii!!!!
Na mesma hora eu entendi que aquelas pessoas faziam testes com cérebros humanos e sai correndo. Um alarme foi dado e os homens de preto foram em minha direção, mas eu percebi que eram robotizados, pois não eram espontâneos e nem rápidos nos gestos e atitudes. Então dei um empurrão no homem que veio na minha direção para me segurar e corri por vários lugares, naquelas profundezas, até sair em Campinas (onde morava na época) atrás da Igreja Matriz, numa daquelas galerias de serviço da telefônica, onde montam uma barraca cor de laranja. É mole?!
E naquela época eu nem via quase televisão, pois o meu tempo era curtíssimo, era 1975 e eu ja tinha os quatro filhos e sem ninguém para me ajudar na luta diária.
Eita "viagen", né? Até dormindo eu tenho imaginação de sobra...
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Nossa, parece um romance do Robin Cook (são best sellers legaizinhos, todos sobre os bastidores de hospitais)! Procura num sebo por aí, você vai gostar! Tem um, inclusive, que se chama "Cérebro" que é ótimo (e assustador).
ResponderExcluirBeijocas germânicas :)
Em que anos foram escritos estes livros?
ResponderExcluirEu sonhei isso em 1975, de acordo com as minhas anotações. Acho que vou pedir royalties, hahahaha