Quem sou eu

Minha foto
Campinas , São Paulo , Brazil
Tenho mais de setenta anos, mãe de quatro e avó de seis, bisavó de dois e uma saudade eterna. Leonina humor sarcástico e irreverente. Gosto de ler, escrever, pintar, costurar, fotografar, não necessariamente nessa ordem. Gosto de observar e ouvir pessoas, suas histórias de vida que para mim são sempre interessantes e ricas de ensinamentos e só aumentam o meu conhecimento com respeito a viver. Acho bom e interessante olhar a nossa volta. É sobre isso que gosto de escrever.Gosto de cinema, assistir seriados na TV, teatro, viajar,passear,viajar,passear... conhecer lugares e bater papo sem compromisso. Gosto de olhar o mundo com olhos curiosos de quem acabou de chegar e quer se inteirar do que está "rolando".O nome escolhido "Espírito de Escritora" não tem a pretensão de mostrar aqui "grandes escritos" tirados das entranhas da sabedoria mais profunda e filosófica de alguém "letrado" ou sábio. Simplesmente equivale a dizer "escrever com alegria","escrever com espirituosidade".Tudo o que escrevo já está escrito dentro de mim, do meu eu mais profundo, só boto para fora... sei lá... Este é um lugar de desabafo e de reflexões minhas."Os bons que me sigam". (sabedoria do Chapolim Colorado)
Mostrando postagens com marcador Que vergonha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Que vergonha. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Que vergonha

Acabei de assistir uma palestra interessantíssima sobre "a validade do sofrimento". Quando e como, o sofrimento por que passamos funcionará ou valerá como créditos na espiritualidade. Assim fiquei pensando cá com meu zíper, que as vezes, num assomo de infantilidade fazendo caras e bocas de auto comiseração, para que causemos "peninha" ao outro que nos observa. Falamos manso, nos fazendo de "boas pessoas" capazes de perdoar e de nos penalizar REALMENTE com a desdita dos nosssos semelhantes; esquecemos que para Deus e seus "ajudantes", que é o que realmente importa, somos totalmente transparentes.
Esquecemos que essas nossas criancices não os enternece mais do que o que sentimos, quando pegamos no "flagra" uma criancinha fingindo e fazendo chantagem para nos sensibilizar. Assim, imaginem que vergonha para nós, "marmanjos de barba", fazendo beicinho "perante" Deus, querendo passar por sofredores e coitadinhos, tomados da cabeça aos pés em enganos maupassos e desacertos, como se fôssemos muito bonzinhos... vá, vá, vá... Que vergonha!