Pois é, ontem como falei, aproveitamos que o sol saiu e fomos para o centro onde almoçamos e depois visitamos uma amiga rapidamente. Depois passamos na irmã do Adalberto, a Ada, e visitamos também as minhas duas irmãs. Fomos de norte ao lado sul da ilha, correndo a "via sacra", como se fala por aqui. Foi muito bom, Nanci tinha outro compromisso, e ficamos pouco, mas na casa da Nádia e meu cunhado Aliatar, acabamos ficando para um lanche gostoso.
Nos divertimos um monte e demos risadas por boas horas, porém quando saíamos da casa da Nádia que mora relativamente no centro, a vizinha do lado se despedia de uma amiga na calçada, que ao ver a minha irmã veio cumprimenta la ainda com duas gaiolas com passarinhos dentro, na mão. Elas se conheciam de longa data, de muito tempo, desde que os filhos eram crianças. O marido dela é um médico conceituado na cidade e imaginam o que ela fazia ali na casa da vizinha da minha irmã? Simplesmente comprava passarinhos de gaiola. Fiquei chocada, sinceramente. Não consigo imaginar pessoas com um pouco que seja de cérebro, que ainda mantém pássaros engaiolados. Revoltante!
Saímos de lá e eu resmunguei tanto por conta disso que o Adalberto argumentou sabiamente que eu estava estragando as boas horas que havia passado por conta de coisas que eu não podia modificar. Concordei e resolvemos então passar no shopping para resolver um problema com o meu celular, antes não tivesse ido, pois ao chegarmos ao estacionamento, bem ao nosso lado parou uma caminhonetona daquelas importadas, chiques, de onde saíram uma mãe ainda jovem com duas crianças entre dez e doze anos. E não é que pararam bem do meu lado e a garota por conta de alguma contrariedade, simplesmente mandou um tapa no rosto da mãe? Ali, assim, ao vivo e a cores!!!? A mãe somente lhe disse sem nenhuma energia: - “não faça mais isso!”_ e entraram no shopping como se nada tivesse acontecido que fosse digno de nota, é mole?
E eu aguento uma coisa dessas? Realmente o meu dia foi muito bom, mas bem que eu não precisava ver cenas que realmente me incomodaram. Não é à toa que os filhos hoje em dia matam os pais por qualquer motivo e principalmente por dinheiro.
Foi chocante, nem tenho o que dizer além da minha tristeza ao presenciar essas coisas que estão no nosso caminho e não podemos intervir...
Nos divertimos um monte e demos risadas por boas horas, porém quando saíamos da casa da Nádia que mora relativamente no centro, a vizinha do lado se despedia de uma amiga na calçada, que ao ver a minha irmã veio cumprimenta la ainda com duas gaiolas com passarinhos dentro, na mão. Elas se conheciam de longa data, de muito tempo, desde que os filhos eram crianças. O marido dela é um médico conceituado na cidade e imaginam o que ela fazia ali na casa da vizinha da minha irmã? Simplesmente comprava passarinhos de gaiola. Fiquei chocada, sinceramente. Não consigo imaginar pessoas com um pouco que seja de cérebro, que ainda mantém pássaros engaiolados. Revoltante!
Saímos de lá e eu resmunguei tanto por conta disso que o Adalberto argumentou sabiamente que eu estava estragando as boas horas que havia passado por conta de coisas que eu não podia modificar. Concordei e resolvemos então passar no shopping para resolver um problema com o meu celular, antes não tivesse ido, pois ao chegarmos ao estacionamento, bem ao nosso lado parou uma caminhonetona daquelas importadas, chiques, de onde saíram uma mãe ainda jovem com duas crianças entre dez e doze anos. E não é que pararam bem do meu lado e a garota por conta de alguma contrariedade, simplesmente mandou um tapa no rosto da mãe? Ali, assim, ao vivo e a cores!!!? A mãe somente lhe disse sem nenhuma energia: - “não faça mais isso!”_ e entraram no shopping como se nada tivesse acontecido que fosse digno de nota, é mole?
E eu aguento uma coisa dessas? Realmente o meu dia foi muito bom, mas bem que eu não precisava ver cenas que realmente me incomodaram. Não é à toa que os filhos hoje em dia matam os pais por qualquer motivo e principalmente por dinheiro.
Foi chocante, nem tenho o que dizer além da minha tristeza ao presenciar essas coisas que estão no nosso caminho e não podemos intervir...

