Quem sou eu

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Campinas , São Paulo , Brazil
Tenho mais de setenta anos, mãe de quatro e avó de seis, bisavó de dois e uma saudade eterna. Leonina humor sarcástico e irreverente. Gosto de ler, escrever, pintar, costurar, fotografar, não necessariamente nessa ordem. Gosto de observar e ouvir pessoas, suas histórias de vida que para mim são sempre interessantes e ricas de ensinamentos e só aumentam o meu conhecimento com respeito a viver. Acho bom e interessante olhar a nossa volta. É sobre isso que gosto de escrever.Gosto de cinema, assistir seriados na TV, teatro, viajar,passear,viajar,passear... conhecer lugares e bater papo sem compromisso. Gosto de olhar o mundo com olhos curiosos de quem acabou de chegar e quer se inteirar do que está "rolando".O nome escolhido "Espírito de Escritora" não tem a pretensão de mostrar aqui "grandes escritos" tirados das entranhas da sabedoria mais profunda e filosófica de alguém "letrado" ou sábio. Simplesmente equivale a dizer "escrever com alegria","escrever com espirituosidade".Tudo o que escrevo já está escrito dentro de mim, do meu eu mais profundo, só boto para fora... sei lá... Este é um lugar de desabafo e de reflexões minhas."Os bons que me sigam". (sabedoria do Chapolim Colorado)

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Dando tratos à bola...

                                                              Dando tratos à Bola...
Às vezes me pergunto:
Porque o ser humano que não sabe quase nada do que o rodeia, não sabe nada de nada de si mesmo quer tanto saber o que tem no Universo, fora do nosso planeta?
Nem mesmo a Lua que já foi visitada lhe causa mais tanta curiosidade, ou talvez hoje nenhuma?
Por que será que o homem quer tanto saber o que tem e como é o que flutua no espaço sideral?
E me respondo indagando;
Não seria por trazer no mais profundo do seu ser, da mais remota consciência de vida, a certeza de que veio de outro planeta? Não seria saudade de suas origens, do seu passado distante, milenar?
Olho para fora da janela a noite escura pontilhada e intrigante e me pego as vezes pensando, enquanto observo a imensidão sideral e me pergunto:
- De onde venho, para onde estou a caminho, qual é a minha verdade, a minha historia pregressa desde os primórdios da civilização que conhecemos?
Olho para um lado e depois para o outro e nada, e ninguém me responde isso me dá um vazio interior, uma solidão estranha, daí o sono volta e com ele o sol vem clareando um novo dia me convidando a retomar a viagem. Durmo um pouquinho mais e acordo para retomar de onde parei.
Não onde o pensamento parou, onde parei o meu dia anterior, o meu fazer cotidiano, repetitivo e até monótono.
Às vezes dá vontade de pegar uma nave e visitar alguém noutro planeta, tomar um suco, um chá com bolachinhas, sei lá...
 

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