Quem sou eu

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Tenho mais de setenta anos, mãe de quatro e avó de seis, bisavó de dois e uma saudade eterna. Leonina humor sarcástico e irreverente. Gosto de ler, escrever, pintar, costurar, fotografar, não necessariamente nessa ordem. Gosto de observar e ouvir pessoas, suas histórias de vida que para mim são sempre interessantes e ricas de ensinamentos e só aumentam o meu conhecimento com respeito a viver. Acho bom e interessante olhar a nossa volta. É sobre isso que gosto de escrever.Gosto de cinema, assistir seriados na TV, teatro, viajar,passear,viajar,passear... conhecer lugares e bater papo sem compromisso. Gosto de olhar o mundo com olhos curiosos de quem acabou de chegar e quer se inteirar do que está "rolando".O nome escolhido "Espírito de Escritora" não tem a pretensão de mostrar aqui "grandes escritos" tirados das entranhas da sabedoria mais profunda e filosófica de alguém "letrado" ou sábio. Simplesmente equivale a dizer "escrever com alegria","escrever com espirituosidade".Tudo o que escrevo já está escrito dentro de mim, do meu eu mais profundo, só boto para fora... sei lá... Este é um lugar de desabafo e de reflexões minhas."Os bons que me sigam". (sabedoria do Chapolim Colorado)

terça-feira, 17 de maio de 2011

Por uma vida

Aproveitando a polêmica em torno do livro com erros de português aprovado pelo MEC vou também dar o meu pitaco apesar de ninguém ter me perguntado nada.

Pois é; a autora Heloisa Ramos entre outros argumentos assegura que é uma forma de aceitação do linguajar corrente dos "menos favorecidos pela sorte" que sofrem no seu dia a dia todo tipo de preconceito e por conseguinte o de sua forma de falar.
Se isso realmente for aceito pela sociedade vai cair de moda falar corretamente, o que já acontece paulatinamente e assustadoramente, infelizmente. E só posso achar que essa atitude assinada pelo órgão responsável pela educação, o MEC é lastimável...
Órgão? Cuma?!  Órgãos,temos muitos; um para cada função e acho que nesse caso específico o órgão usado foi o intestino e provavelmente o intestino grosso (ops!). Imagine só, se ensinando o correto, o certo, uma grande quantidade de pessoas, só para não dizer a grande parte, fala erradíssimo, como ficarão as conversas, os diálogos não automonitorados? Já não basta a aflição que nos causa o “internetês”? E o pior é que já se instalou e “todo mundo” acha normal escrever em “hieróglifos” novamente.
Mas o que me causou inquietação mesmo, foi a explicação que não explica nada, de que é para não causar constrangimento(?) ou usar de preconceito(?) com os que não tiveram oportunidade de aprender. E daí carapálida?! A hora é essa, é agora, e o mais depressa possível.Já estamos atrasadíssimos em termos de educação e cultura nesse país no mínimo quatrocentos anos.
Não entendo porque o medo de corrigir, de ensinar o correto, porque a vergonha de ser corrigido?
Eu não tenho vergonha nenhuma de ser corrigida, até agradeço ao abençoado que me ensinar algo que ainda não sei, pois assim não cometerei mais o mesmo erro novamente.
Repito: Onde está a vergonha em aprender? Juro que não entendo.
Sabe qual seria a solução para isso tudo, para acabar com essa polêmica sem noção?


OS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA RECEBEREM O MESMO SALÁRIO DE UM SENADOR.


Isso acabaria com a falta de professores aparelhados, porém seria exigido o máximo deles, é claro. E penso que motivados por um salário bom, iriam supervalorizar a nossa língua pátria e repassariam com prazer e alegria o que aprenderam com satisfação e todos sairiam ganhando.

O mais incrível é que depois disso tudo a autora está ficando famosa e provará, com certeza, que apenas batalhou até hoje Por Uma Vida Melhor...hahahah


Um comentário:

  1. Iço aí de falar serto é coiza dazelite, já disia o noço prezidenti Lula. Olha só no que deu...

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