Quem sou eu

Minha foto
Campinas , São Paulo , Brazil
Tenho mais de setenta anos, mãe de quatro e avó de seis, bisavó de dois e uma saudade eterna. Leonina humor sarcástico e irreverente. Gosto de ler, escrever, pintar, costurar, fotografar, não necessariamente nessa ordem. Gosto de observar e ouvir pessoas, suas histórias de vida que para mim são sempre interessantes e ricas de ensinamentos e só aumentam o meu conhecimento com respeito a viver. Acho bom e interessante olhar a nossa volta. É sobre isso que gosto de escrever.Gosto de cinema, assistir seriados na TV, teatro, viajar,passear,viajar,passear... conhecer lugares e bater papo sem compromisso. Gosto de olhar o mundo com olhos curiosos de quem acabou de chegar e quer se inteirar do que está "rolando".O nome escolhido "Espírito de Escritora" não tem a pretensão de mostrar aqui "grandes escritos" tirados das entranhas da sabedoria mais profunda e filosófica de alguém "letrado" ou sábio. Simplesmente equivale a dizer "escrever com alegria","escrever com espirituosidade".Tudo o que escrevo já está escrito dentro de mim, do meu eu mais profundo, só boto para fora... sei lá... Este é um lugar de desabafo e de reflexões minhas."Os bons que me sigam". (sabedoria do Chapolim Colorado)

domingo, 10 de outubro de 2010

Dia das Crianças

Mais uma data...

Mais uma data festiva altamente comercial e sem sentido, que abomino é o que se convencionou chamar de O DIA (ou SEMANA) DAS CRIANÇAS.
A "coisa" tomou uma proporção tão absurda que as crianças é que dominam os pais e/ou responsáveis, criando situações embaraçosas para estes e também para os avós (não é meu caso), padrinhos e parentes próximos em geral, EXIGINDO brinquedos de marcas e modelos cada vez mais sofisticados e inúteis, gerando programas especiais de Tv e revistas, ou seja; a "mídia" em geral voltada para o fenômeno consumismo descabido, onde crianças déspotas e mal educados dão verdadeiros shows de botar inveja a muito artista performático, tal a atração e atenção gerada nas imediações do "pimpolho" xiliquento.

Para tanto são chamados a falar sobre o assunto, psicólogos, pedagogos e profissionais voltados para a educação da criança. Montam mesas redondas, programas inteiros de discussões que não chegam a lugar nenhum, mas promovem a data e geram polêmica por algumas horas. Mais tempo do que a duração do brinquedo novo...
Na verdade, eu penso, que se a criancinha ficou assim, transformada em "monstrinho" tirano e impertinente, foi em consequência da falta de educação, educação ésta que deveria ter recebido de quem tinha essa obrigação dentro do lar.
O exemplo é a melhor forma de educar, quem não tem não pode dar.
Tenho percebido também que nas classes menos aquinhoadas são as mães (principalmente) que escolhem o tal brinquedo e quando não fazem uma dívida em trocentas prestações elas mesmas, elegem a madrinha, avó ou tia para presenteá-los com a desculpa de que a criança está "doente" pelo brinquedo e com isso "alguém" vai TER que fazer a vontade da criança, na maioria das vezes se endividar também em algumas parcelas para depois ver o tal brinquedo jogado pelos cantos abandonado e sem despertar interesse mais nenhum na criança, mas a mãe , essa sim, realizou o sonho de "dar" ao filho o mesmo presente que o "doutor" deu para o filho dele...


Argh...
Eu falei  eu era venenosa...hahahah
Estou falando de cenas que vi durante esses longos anos de janela...♥

Nenhum comentário:

Postar um comentário