Quem sou eu

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Campinas , São Paulo , Brazil
Tenho mais de setenta anos, mãe de quatro e avó de seis, bisavó de dois e uma saudade eterna. Leonina humor sarcástico e irreverente. Gosto de ler, escrever, pintar, costurar, fotografar, não necessariamente nessa ordem. Gosto de observar e ouvir pessoas, suas histórias de vida que para mim são sempre interessantes e ricas de ensinamentos e só aumentam o meu conhecimento com respeito a viver. Acho bom e interessante olhar a nossa volta. É sobre isso que gosto de escrever.Gosto de cinema, assistir seriados na TV, teatro, viajar,passear,viajar,passear... conhecer lugares e bater papo sem compromisso. Gosto de olhar o mundo com olhos curiosos de quem acabou de chegar e quer se inteirar do que está "rolando".O nome escolhido "Espírito de Escritora" não tem a pretensão de mostrar aqui "grandes escritos" tirados das entranhas da sabedoria mais profunda e filosófica de alguém "letrado" ou sábio. Simplesmente equivale a dizer "escrever com alegria","escrever com espirituosidade".Tudo o que escrevo já está escrito dentro de mim, do meu eu mais profundo, só boto para fora... sei lá... Este é um lugar de desabafo e de reflexões minhas."Os bons que me sigam". (sabedoria do Chapolim Colorado)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Como tudo aconteceu


A quem interessar possa contarei  como aconteceu. Como reencontrei o Adalberto.

Quando éramos muito jovens, por volta dos meus onze anos (doze ele) fui morar em frente à casa dele.
Na época já nos identificamos um com outro quase imediatamente a ponto das famílias ficarem "de olho". Como eu não tinha "autorização" para namorar ficávamos só nos olhando e muitas vezes sentados no meio fio debaixo do poste de iluminação conversando por horas. Depois de me mudar daquela casa, tentamos por duas vezes namorar mas não deu certo por motivos alheios a nossa vontade.
Por esses desvios da vida e do destino, cada um casou, teve filhos e NUNCA MAIS NOS ENCONTRAMOS (incrível!) apenas sabíamos um do outro através de uma amiga em comum que também nunca revelou a nós que perguntávamos um pelo outro, por ser uma pessoa muito ética.
 O tempo passou, ele se separou e eu fiquei viúva, dai que um belo dia, ele estava na casa dessa nossa amiga e a conversa recaiu sobre mim, e que justamente eu estaria fazendo aniversário por aqueles dias.
 Ele pediu o meu telefone, ela me ligou perguntando se podia e ele ligou para me dar os parabéns.
 Pronto; reatamos ai um sentimento congelado pelo tempo e que foi reaquecido pela proximidade.
O restante é o óbvio, estamos juntos  "até que a morte nos separe".
Estamos felizes e isso é o que importa e principalmente "que seja eterno enquanto dure..."

2 comentários:

  1. Tida,fiz uma visita... adorei.Voce é fantastica e me surpreende mais a cada dia.Um beijo, estou FELZ POR VCS! Laurie

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  2. Mas vocês estão muito fofos! O amor é tão lindo que até rejuvenesce a pessoa! Até a pele está mais bonita. Show!!!!!

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