Quem sou eu

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Campinas , São Paulo , Brazil
Tenho mais de setenta anos, mãe de quatro e avó de seis, bisavó de dois e uma saudade eterna. Leonina humor sarcástico e irreverente. Gosto de ler, escrever, pintar, costurar, fotografar, não necessariamente nessa ordem. Gosto de observar e ouvir pessoas, suas histórias de vida que para mim são sempre interessantes e ricas de ensinamentos e só aumentam o meu conhecimento com respeito a viver. Acho bom e interessante olhar a nossa volta. É sobre isso que gosto de escrever.Gosto de cinema, assistir seriados na TV, teatro, viajar,passear,viajar,passear... conhecer lugares e bater papo sem compromisso. Gosto de olhar o mundo com olhos curiosos de quem acabou de chegar e quer se inteirar do que está "rolando".O nome escolhido "Espírito de Escritora" não tem a pretensão de mostrar aqui "grandes escritos" tirados das entranhas da sabedoria mais profunda e filosófica de alguém "letrado" ou sábio. Simplesmente equivale a dizer "escrever com alegria","escrever com espirituosidade".Tudo o que escrevo já está escrito dentro de mim, do meu eu mais profundo, só boto para fora... sei lá... Este é um lugar de desabafo e de reflexões minhas."Os bons que me sigam". (sabedoria do Chapolim Colorado)

terça-feira, 29 de maio de 2018

Bom dia Amigos



                                                      Bom dia amigos.
É triste constatar que está tudo devagar e quase parando.                                   
Que continuam espocando notícias alarmantes, e vídeos falsos para desestabilizar os bem intencionados e que querem um Brasil bom para todos.
O fogo do poder constituído continua na quebra de braço, minando por baixo.
O povo reivindica por um lado, melhores "tudo", e os imbecís do "meu pirão primeiro" vão minando as forças, se aproveitando e tirando o melhor proveito, sem se importar com os próprios netos e as gerações que virão.
Quem tinha ou tem grana vai estocando alimentos, quem não tem se dane! Ninguém pensa que o outro come, pra que pensar?
Ainda que quem mora na ilha dá para ir pescar num canto qualquer, pedir um peixe ao pescador para matar a fome, pegar um berbigão e comer, e quem não mora? Quem está lá no interior e não tiver onde comprar ou buscar na roça? Abre a boca para o vento, é só o que lhe resta...
E o pessoal que não vai na padaria se não for de carro? O que isso, nasceram com as quatro rodas nos pés? Será que nunca andaram de ônibus ou a pé? E a energia acumulada nas academias e nas orlas e jardins, para que serve? Não podem guardar o carro na garagem um pouco? Eu andaria de taxi, se não pudesse me misturar com a plebe, até eu realmente precisar com urgência me locomover com o meu carro.
Difícil constatar que estamos rodeados de pessoas egoístas, egocêntricas e ignorantes, mas o que nos resta fazer? Fazer o certo e dar exemplo.
A baderna está estabelecida, estão medindo forças.
Não faço a mínima no que vai dar isso, ou não vai dar em nada, porque o ser humano neste estágio evolutivo não é fácil, só pensa nele. Mas daqui vou orando para que consigamos desenroscar o Brasil dessa tramóia absurda. 
Que vençam os bons!!!


Um comentário:

  1. Um manifesto/denúncia, que foge ao seu costumeiro estilo. Mas a fuga é por uma boa causa. Às vezes é preciso falar sério... Abraços, Clotilde.

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